Boiadas de Salles: a conta chegou

Luana Leal Greenpeace Brasil • 7 Julho 2020

Fala galera, tudo bem?

Ao que tudo indica, o mandato do Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles e sua política antiambiental estão próximos do fim. 

Ontem (06/07), doze procuradores do Ministério Público Federal (MPF) pediram o afastamento urgente de Salles. Ele é acusado, mais uma vez, de improbidade administrativa, ou seja, conduta inadequada na administração pública. Não se trata de incompetência como gestor; sua intenção é a de destruir mesmo.  Esta, naturalmente, não é a primeira ação movida contra Ricardo Salles em sua atuação à frente do ministério. O que a difere de todas as anteriores, no entanto, é que o pedido de afastamento do anti-ministro foi enviado à Justiça Federal em Brasília com caráter de urgência, ou seja, Salles deve ser afastado do cargo antes mesmo do caso ser julgado, como medida cautelar. Os procuradores alegam que sua permanência no cargo traria consequências irreparáveis para o meio ambiente. 

Se condenado, Salles terá perda de função pública e suspensão de direitos políticos por cinco anos, além de ter que pagar multa e ficar proibido de firmar contratos com o poder público, entre outras implicações.

Em nosso blog, explicamos passo a passo a trajetória da política destrutiva do Ministro, que passa pela destruição normativa, desestruturação dos órgãos de transparência e participação, desestruturação orçamentária e desestruturação fiscalizatória. 

Salles

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