Ituna-Itatá: uma terra indígena da Amazônia tomada por ganância e destruição

Luana Leal Greenpeace Brasil • 11 Maio 2020
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Fala galera, tudo bem?

Com a pandemia da Covid-19, sabemos que uma parcela da população está em casa por proteção. Entretanto, é importante nos preocuparmos também (e principalmente) com as populações indígenas, que, nesse período, estão em maior situação de vulnerabilidade e têm se esforçado para resistir à própria sorte.

Diante do relaxamento da fiscalização do Estado, grileiros, fazendeiros,  garimpeiros e madeireiros estão aproveitando para ampliar a invasão à terras indígenas e aumentar em níveis drásticos o desmatamento nessas terras.

Um dos alvos das três recentes megaoperações do Ibama, a terra indígena Ituna-Itatá teve a maior área desmatada ilegalmente em 2019, totalizando cerca de 30% de todo o desmatamento feito na Amazônia.

Portanto, em situações como esta que estamos vivendo, é de suma importância voltarmos o olhar para as atrocidades que estão acontecendo escondidas sob os holofotes da mídia e do governo federal.

Para abordar essa problemática e estabelecer uma contextualização mais aprofundada sobre a importância dessa temática, o Fantástico reproduziu, no último domingo (10), uma reportagem sobre o caso.

Você também pode conferir mais informações em nosso blog e instagram.

Precisamos, mais do que nunca, nos unirmos para proteger quem protege nosso planeta. :)