Em meio à Covid, 72% do garimpo na Amazônia foi em áreas “protegidas”

Luana Leal Greenpeace Brasil • 29 Junho 2020
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Fala galera, tudo bem?

Enquanto as atenções da mídia e do governo estão alheias à pauta ambiental, os níveis de desmatamento e ocupações de terras indígenas só aumentam. 

O Greenpeace, em sobrevoo realizado nos dias 12 e 13 de maio, flagrou atividades garimpeiras intensas em inúmeras regiões protegidas, dentre elas a Terra Indígena (TI) Munduruku, no Pará. Somente nos quatro primeiros meses de 2020, a área de desmatamento para garimpo aumentou 13,44% dentro das terras indígenas da Amazônia, totalizando  434,9 hectares destruídos.Esses invasores, além de representarem risco iminente à biodiversidade brasileira, são responsáveis pelo aumento de casos de Covid-19 nas aldeias. 

Após o flagrante, o Greenpeace gerou uma denúncia ao Ministério Público Federal e uma acusação pública a respeito da situação. Essa ação colaborou para  embasar o pedido do MPF a Justiça cobrando obrigatoriedade de combate à mineração ilegal nas TIs dos órgãos competentes. 

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